ARTIGO · COMO CONTRATAR VÍDEO
Videomaker ou produtora de vídeo: qual faz sentido para você?
Por Guilherme Chanquini, videomaker em Rio Claro - SP ·
Sou videomaker, então este texto tem um lado. Mesmo assim, vou tentar ser justo: tem projeto em que uma produtora é a escolha certa, e eu prefiro que você saiba disso antes de contratar qualquer um, inclusive eu.
A diferença entre os dois não é de qualidade, é de estrutura. Uma produtora trabalha com equipe e funções separadas. Um videomaker faz o trabalho inteiro, ou quase inteiro, sozinho. Cada modelo resolve um tipo de problema, e o risco é contratar a estrutura errada para o tamanho do projeto.
Como funciona uma produtora de vídeo
Numa produtora, cada etapa tem um responsável. Tem quem atende o cliente, quem escreve, quem dirige, quem opera a câmera, quem cuida de luz e som, quem produz o set e quem edita. Em projetos maiores, entram elenco, figurino, locação, trilha original e finalização de cor e áudio.
Essa estrutura dá conta de coisas que uma pessoa sozinha não consegue: várias câmeras gravando ao mesmo tempo, set montado com iluminação de cinema, muitas pessoas em cena e volume grande de produção num prazo curto. Ela também custa mais e costuma pedir mais tempo de planejamento, porque envolve mais gente e mais equipamento.
Como funciona o trabalho de um videomaker
O videomaker concentra as funções. No meu caso, a pessoa da primeira conversa é a mesma que escreve o roteiro, orienta você na gravação, grava e edita. A captação é com celular, o que deixa a produção enxuta: pouca coisa para montar, espaço pequeno resolvido e o vídeo acontecendo dentro da rotina real do negócio.
A vantagem está na proximidade e na agilidade. O recado não passa de mão em mão, o ajuste é feito por quem gravou, e dá para manter uma rotina de vídeos todo mês sem montar uma operação a cada gravação. O limite também é claro: uma pessoa grava de um ângulo por vez e não substitui uma equipe num set grande.
Quando uma produtora faz mais sentido
Eu indicaria uma produtora quando o projeto tem pelo menos uma destas características:
- Comercial para TV ou campanha com elenco, figurino e cenário construído
- Evento grande que precisa de várias câmeras gravando ao mesmo tempo
- Transmissão ao vivo com troca entre câmeras
- Filme institucional com várias diárias e muitas locações
- Prazo curto com um volume que uma pessoa sozinha não consegue entregar
Quando um videomaker faz mais sentido
Já o videomaker costuma ser a melhor escolha quando:
- Você precisa de vídeo com frequência para as redes, e não de uma peça única por ano
- Quem aparece é você ou a sua equipe, e a naturalidade importa mais do que o aparato
- O espaço é pequeno, como consultório, loja ou escritório, e a rotina não pode parar
- Você quer falar direto com quem grava e edita
- O orçamento é de empresa pequena ou de profissional liberal
Existe ainda um caminho do meio: a produtora cuida do filme principal, e um videomaker cuida do conteúdo para as redes ao longo do mês. Um não exclui o outro.
E a qualidade da imagem?
É uma dúvida comum quando o assunto é gravar com celular. Câmera de cinema, lente trocável e equipe de luz entregam uma imagem que o celular não imita, principalmente em telão, em TV e em cena com pouca luz. Para isso, a produtora tem vantagem clara.
Só que muito do vídeo de empresa hoje é assistido no próprio celular, na vertical e muitas vezes sem som. Nesse cenário, o que decide se a pessoa continua assistindo é o começo do vídeo, a clareza da fala, a legenda e o ritmo da edição. É nessas partes que eu concentro o trabalho.
Onde eu me encaixo
Sou videomaker mobile, com escritório em Rio Claro - SP, e atendo também Limeira e Alphaville, Barueri - SP. Faço roteiro, orientação na gravação, captação com celular e edição. Também cuido de social media, design de peças e sites, então o vídeo pode entrar num plano de comunicação maior. Veja videomaker em Rio Claro, videomaker em Limeira e videomaker em Alphaville.
Alguns exemplos do que eu faço estão no portfólio, cada um com a sua página: os vídeos da Festa da Coxinha para a Secretaria do Turismo de Limeira, os Reels da designer de interiores Ana Paula Lima e os vídeos do show do Felipe Fiel.
Se o seu projeto estiver na lista da produtora, eu falo isso na primeira conversa.
Perguntas para fazer antes de contratar
Seja videomaker ou produtora, estas perguntas evitam surpresa:
- Quem vai estar no dia da gravação e quem vai editar?
- O roteiro está incluído?
- Quantas rodadas de ajuste entram no valor?
- Em que formatos o vídeo é entregue: vertical, horizontal, com legenda?
- O deslocamento está incluído?
- Posso ver trabalhos parecidos com o meu?
Se o seu negócio é de um destes ramos, tem página com exemplos e com o jeito que eu organizo a gravação: arquitetura e interiores, bares e restaurantes, clínicas e consultórios e eventos e shows. E se a dúvida agora é o valor, leia quanto custa um videomaker em Rio Claro.
Perguntas frequentes
Videomaker é mais barato que produtora?
Costuma ser, porque a estrutura é menor. Mas o que importa é se o formato resolve o seu projeto. Um videomaker num projeto que pedia uma produtora sai caro no resultado, e o contrário também vale: pagar uma equipe inteira para um Reel de dica é desperdício.
Videomaker trabalha sozinho mesmo?
Depende do profissional. Eu faço todas as etapas pessoalmente, do roteiro à edição. Isso deixa o trabalho próximo e coerente, e é também por isso que eu indico uma produtora para projetos que pedem equipe.
Posso contratar um videomaker para um evento grande?
Pode, se a ideia é registrar o clima e produzir Reels. Se o evento precisa de várias câmeras ao mesmo tempo ou de transmissão ao vivo, o caminho é uma produtora, ou um videomaker trabalhando junto com ela.
