ARTIGO · PREÇO DE VÍDEO
Quanto custa um videomaker em Rio Claro - SP?
Por Guilherme Chanquini, videomaker em Rio Claro - SP ·
Quem nunca contratou vídeo costuma começar pela mesma pergunta: quanto custa? É justo querer saber antes de marcar uma conversa. O problema é que um número solto diz pouco. Dois orçamentos com o mesmo valor podem entregar coisas muito diferentes, e um orçamento mais barato pode deixar de fora justamente a parte que faz o vídeo funcionar.
Sou o Guilherme Chanquini, videomaker em Rio Claro - SP. Neste texto eu não vou colocar tabela. Vou mostrar o que muda o preço de um vídeo, do jeito que eu penso quando monto uma proposta, para você comparar orçamentos com mais segurança, comigo ou com qualquer outro profissional.
O que existe dentro do preço de um vídeo
Quando alguém pensa em vídeo, costuma imaginar só a gravação. Mas um vídeo pronto para postar passa por várias etapas, e cada uma consome tempo:
- Roteiro: decidir o que vai ser dito, em que ordem e com quais cenas.
- Orientação: ajudar quem aparece a falar com naturalidade na hora de gravar.
- Captação: o tempo no local, gravando falas e imagens de apoio.
- Edição: cortes, ritmo, legenda, trilha, cor e acabamento.
- Ajustes: as rodadas de revisão combinadas até a versão final.
- Deslocamento: quando a gravação acontece fora da cidade.
No meu caso, todas essas etapas ficam com a mesma pessoa. Isso não diminui o tempo que cada uma leva, mas evita que parte do valor vá para coordenar gente.
Roteiro: o quanto precisa ser pensado antes
Um vídeo de apresentação da empresa pede mais conversa do que um Reel de dica rápida. Se você chega com o assunto definido e sabe o que quer dizer, o roteiro anda rápido. Se a gente precisa descobrir junto qual é a mensagem, para quem ela é e o que a pessoa deve fazer depois de assistir, esse trabalho entra na conta.
Roteiro também economiza depois. Com as cenas definidas, a gravação rende mais e a edição não precisa salvar um material sem direção.
Horas de gravação e quantidade de vídeos
O que mais pesa na gravação é o tempo no local. Uma pessoa falando num ambiente só se resolve rápido. Várias pessoas, troca de cenário, imagens da equipe trabalhando e produto mostrado de perto pedem mais horas.
Por isso, gravar vários vídeos no mesmo dia costuma fazer mais sentido do que marcar uma gravação para cada um. A preparação, a ida até o local e a montagem acontecem uma vez só, e dá para sair de lá com uma série inteira. Quantos vídeos cabem num dia depende do roteiro de cada um, e esse cálculo eu faço junto com você.
O formato também muda a conta. Um projeto avulso tem começo e fim. Num acompanhamento recorrente, com gravações periódicas, dá para planejar o mês e aproveitar melhor cada ida.
Edição: a etapa que ninguém vê
A edição costuma ser a etapa mais demorada e a menos visível. Um Reel de trinta segundos sai de muitos minutos de material bruto, e cada corte é uma escolha. Legenda na tela, trilha, correção de cor e versões para formatos diferentes, vertical para o Instagram e horizontal para o YouTube ou para o site, somam tempo.
Se você já grava por conta própria e só precisa de quem edite, o orçamento considera só essa parte. Faço edição avulsa e recorrente, para Instagram, YouTube e cortes de podcast, e explico como funciona em editor de vídeo em Rio Claro.
Deslocamento: Rio Claro, Limeira e Alphaville
Rio Claro - SP é onde fica o meu escritório. Para quem é daqui, não tem viagem na conta, e fica mais fácil encaixar uma gravação extra quando surge novidade. Os detalhes estão em videomaker em Rio Claro.
Limeira fica a uns 30 km, e Alphaville, Barueri - SP, pede uma viagem planejada. Nos dois casos, o deslocamento entra no orçamento e fica escrito na proposta, para você saber o que está pagando antes de fechar. Veja videomaker em Limeira e videomaker em Alphaville.
O ramo do seu negócio também muda a gravação
Cada tipo de negócio pede uma gravação diferente, e isso aparece no orçamento. Numa obra, a luz natural manda na agenda. Num bar, a gravação se divide entre antes de abrir e a casa cheia. Num consultório, tudo precisa caber num intervalo sem pacientes. Num show, nada se repete. Detalho cada caso nas páginas de vídeo para arquitetos e designers de interiores, bares e restaurantes, clínicas e consultórios e eventos e shows.
O que não entra no meu preço
Para comparar orçamentos, vale saber também o que ficou de fora. No meu trabalho não entram anúncio pago, gestão de tráfego e criação de identidade visual. Se outra proposta inclui essas coisas, ela resolve um problema diferente. Escrevi sobre essa diferença em social media ou agência de marketing.
Como pedir um orçamento que faça sentido
Quanto mais claro o pedido, mais precisa a proposta. Antes de me chamar, vale ter em mente:
- Onde o vídeo vai ser usado: Instagram, site, apresentação para clientes
- Quantos vídeos você imagina e com que frequência
- Quem vai aparecer e onde vai ser gravado
- Se já existe material gravado que possa ser aproveitado
- Se tem uma data que não pode passar
Com isso, eu monto uma proposta com as entregas, o prazo e o valor por escrito. Você vê tudo antes de decidir.
Perguntas frequentes
Você tem tabela de preço?
Não tenho tabela pública, porque cada projeto junta etapas diferentes. Me conta a ideia no WhatsApp e eu mando uma proposta com tudo o que está incluído.
Gravar com celular deixa o vídeo mais barato?
O celular deixa a gravação mais leve e rápida, e isso ajuda. Mas o valor vem principalmente do trabalho: roteiro, direção e edição. É nessas etapas que o vídeo ganha qualidade.
Posso contratar só um vídeo?
Pode. Faço projetos avulsos e acompanhamento recorrente. Dá para começar com um vídeo e decidir depois se vale seguir.
O deslocamento para Limeira ou Alphaville é cobrado?
Ele entra no orçamento e fica visível na proposta. Em Rio Claro, onde fica o meu escritório, não tem viagem na conta.
